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Sexo no Trabalho

abril 18, 2012

“Onde se ganha o pão não se come a carne”, já diziam os antigos… Mas é ali, justamente no ambiente de trabalho que o erotismo toma conta da nossa mente e nos faz transbordar de desejo pelo “objeto proibido”.
Na história dos contos eróticos mais sexies, todo conto censurado é sempre o que mais tem ibope na nossa busca incessável pelo prazer. O profanismo religioso a que culturalmente somos expostos desde que nascemos, não nos permite passar por certas barreiras comportamentais, nos castrando e nos coibindo. E isso acaba por nos excitar mais e mais.
A Caixa de Pandora é aberta quando  nos deparamos com o inimaginável mundo da luxúria exagerada e deliciosa.  Já escrevia Nelson Rodrigues que “as grandes convivências estão a um milímetro do tédio” e, explorando por essa ótica, quantos casamentos não foram “salvos” pelas pequenas ou médias convivências no trabalho? E quantos flertes não se transformaram em casamentos? E quantos casamentos também já não terminaram justamente porque deixaram de ser flertes?
Há o amor eterno, incondicional, de almas gêmeas. Há também o amor arrebatador que é eterno enquanto dura… E há, sem sombra de dúvidas, o amor de “pica-pau”, aquele que é indiscultivelmente o mais emocionante e o mais propenso ao arrependimento no dia seguinte…
Mas quando existe desejo no ambiente de trabalho, o limite entre o “talvez” e o “sim” é muito  estreito. E o sim, muitas vezes, vence na árdua batalha entre a mente e o corpo.
Casado ou solteiro, o fato é que nunca se recomenda o envolvimento no ambiente de trabalho. Isso pode gerar atrasos nos projetos, crises conjugais podem refletir na análise suspeita de relatórios e em projeções tendenciosas… Tudo isso pode interferir e, até mesmo limitar o crescimento profissional de cada um dos apaixonados dentro da empresa. Por isso é que os casos, na maior parte das vezes, começam escondidos e, também na maioria das vezes, terminam em escândalo na rádio pião dos funcionários da empresa. Também há casos felizes que terminam em romances duradouros ou até mesmo em casamentos.
E será que não podemos agregar ao antigo ditado a seguinte frase: Onde se ganha o pão não se come a carne, mas se molha o bico e se pode provar a linguicinha…”???
Fui!

2 Comentários leave one →
  1. abril 18, 2012 8:17 pm

    Muito bom o texto me vi em todas as partes dele.

    Ja também entrei numa empresa namorando o funcionario (meu marido hoje), mais entrei como amiga, Sabe do pior?
    Fiquei gravida do Lucas e fui mandada embora e nao somente eu meu marido tb, imagina ter que pagar pensao desempregado!
    Eles na empresa, acreditaram que entrei gravida e fiquei quieta. Mais Maria nem foi verdade sabe?

    Imagina… pedi demissao da Transpetro e vc acha que sairia de uma empresa grande como ela, pra ir pra uma empresa privada sabendo que estava gravida? Nunca….
    As pessoas se metem em cada furada na vida! kkkk.

    A minha pelo menos teve um final feliz, e Dudu arrumou emprego em 15 dias, recorde total!
    Deus é perfeito e depois entendi pq passamos por tudo que passamos.

    Fora que qndo nas entrevistas falava e contava, porque afinal verdade acima de tudo sempre…, o entrevistador nao acreditava.

    Tive que retirar a empresa do meu curriculum, porque odeio mentiras e nao ia inventar nada.
    Entao se nao agrega valor retiramos da vida apenas o aprendizado!

    Beijinhos Maria

  2. abril 19, 2012 5:18 pm

    Pão com carne é uma delícia! 🙂

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