Ela…

Ela me disse não. Eu respeitei. Me disse depois que poderíamos tentar, sem pressa. Comecei devagar, atendendo seu pedido. Fui gentil e delicado, até o momento em que ela se abriu toda e se esqueceu quem era. E foi ali, nas interseções dos lençóis sujos e dos corpos amassados, que nos tornamos um só. Sem pudor, sem pecado, sem restrição…

Cris Coelho

A minha literatura é livre de estereótipos, padrões e convenções. Ela entrega poesia onde há cotidiano. E renova minha fé em mim e no mundo. Cris Coelho, Escritora & Poetisa