Maria Scarlet traz o arquétipo do universo feminino, de forma original e diferente. É incisiva em apontar a irreverência habitual na sua narrativa ácida e pungente. Marca a quebra de padrões morais e transgride algumas leis sociais sem, contudo ultrapassar o limiar natural entre irreverência e vulgaridade. Maria Scarlet transita entre os universos do promíscuo proibido e da liberdade desejada; é mãe, filha, esposa e amante em todas as deliciosas dimensões que fogem ao pecado e que resultam na poesias de escritos fortes e marcantes.

Nesta circunstância, as crônicas foram sendo desenvolvidas para dar vida à personagem, de forma que Maria Scarlet contasse um pouco da sua visão de mundo e mostrasse sua importância através do olhar e da experiência de uma personagem contemporânea cheia de erros e defeitos, com traumas e problemas reais.

Cada crônica é única e define momentos e sentimentos comuns e inerentes a todos que respiram esse ar mundano, mas que compactuam com a crença de que existe um algo a mais nesse enredo de emoções, chamado “vida”