Meu Natal

Depois de tanto tempo percebi que nunca seria perfeita. Percebi também que meus desejos eram mais estranhos que os dos outros e que eu era, sem dúvidas, um alguém muito incomum. Percebi que meus sonhos não traduziam a verdade que os fiéis acreditavam, que meu caminho era torto e com menos brilho que o engomado perfeito do cabelo do meu meio-irmão mais amado e admirado.

Para continuar lendo o restante do texto Faça Login ou Cadastre-se.

Cris Coelho

A minha literatura é livre de estereótipos, padrões e convenções. Ela entrega poesia onde há cotidiano. E renova minha fé em mim e no mundo. Cris Coelho, Escritora & Poetisa