A Redenção do Rio

A Moça chora pela perda do filho pródigo, e com as mãos ensanguentadas, segura a bala que perfurou o peito preto do menino que sonhava ser jogador de futebol… essa mesma bala também resvalou no cabelo loiro do policial que tentava ajudar, mas que fora impedido pelo chefe do seu batalhão, que era amigo dos caras que vendem armas em cima do morro que leva ao céu mais rápido que o Bondinho do Rio de Janeiro.

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Cris Coelho

A minha literatura é livre de estereótipos, padrões e convenções. Ela entrega poesia onde há cotidiano. E renova minha fé em mim e no mundo. Cris Coelho, Escritora & Poetisa